Judiciário conhece sistema de audiência por vídeo conferência

13/10/2011 - 07h10

Os juízes criminais do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte (TJRN) que atuam nas varas da capital, tiveram na última terça-feira (11/10), na Corregedoria Geral de Justiça, a primeira demonstração da utilização do sistema de vídeo conferência para o cumprimento de cartas precatórias. A apresentação foi feita pelo juiz federal criminal, Walter Nunes, que já trabalha com o mecanismo no âmbito da Justiça Federal.

Se o TJRN aderir à nova sistemática será o primeiro entre os judiciários estaduais do país. Além disso, terá um trunfo que imprime celeridade no julgamento dos processos e ajuda a desafogar o trabalho dos juízes.

A carta precatória é um instrumento utilizado pela Justiça para que um indivíduo (em geral uma testemunha do processo) seja ouvido no local onde mora (neste caso em comarca diferente de onde tramita o feito). Esse procedimento ocupa o tempo tanto do magistrado responsável pela ação – que envia a precatória e aguarda seu cumprimento antes de seguir o rito processual – quanto pelo juiz que a recebe, porque precisa realizar a audiência e ouvir a parte.

“Com esse procedimento necessariamente se agiliza a tramitação dos processos criminais. Isto porque com o sistema da vídeo conferência, o magistrado titular do feito realiza a audiência, não havendo necessidade de outro juiz ter que realizá-la, através da carta precatória”, enfatizou o corregedor geral de Justiça, desembargador Cláudio Santos. O TJRN, segundo ele, estuda a possibilidade de implantar

 

Fonte: TJRN

Extraído de CNJ

Notícias

Erro médico

03/05/2011 - 13h20 DECISÃO Prazo para prescrição de ação por erro médico se inicia quando o paciente se dá conta da lesão O prazo para prescrição do pedido de indenização por erro médico se inicia na data em que o paciente toma conhecimento da lesão, e não a data em que o profissional comete o...

Relacionamento amoroso de 36 anos não é união estável

Extraído de Recivil Relacionamento amoroso de 36 anos não é união estável Para o TJRS, não basta o que o tempo de um relacionamento amoroso seja longo para que se caracterize como união estável. “Relacionamento mantido entre o autor e a falecida, ainda de longa data, sem caracterizar a entidade...

Nova ordem

  EC do divórcio torna separação inútil Por César Leandro de Almeida Rabelo   Concebido por valores morais, religiosos e sociais, o casamento pretende a união duradoura entre os cônjuges, ressalvada a possibilidade de dissolução nas hipóteses previstas na legislação. Contudo o princípio...

PEC dos recursos

  Palavra final do STJ é essencial na Justiça Editorial do jornal Folha de S.Paulo deste sábado (30/4) O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Cezar Peluso, trabalha para marcar sua gestão com uma mudança profunda no rito processual na Justiça. A ideia é dar validade imediata...